quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Geográficas

Aos 40 do segundo tempo, a Globo resolveu mostrar, no GC e na narração de Cléber Machado, as 32 seleções que vão disputar a Copa da África do Sul, no ano que vem.

Vieram os times da América do Sul, América do Norte e Central, África, Europa, Ásia e Oceania.

E o narrador Cléber Machado, capaz de soltar frases como a equipe A pode ganhar mas também pode perder ou até empatar, cravou, com rara contundência, ao relacionar as equipes da Ásia: a Austrália.

Em seguida, ele disse que a equipe da Oceania classificada para a Copa é a Nova Zelândia.

A Austrália, convém lembrar, faz parte e é, inclusive, o maior país de um continente chamado Oceania. Colocar a Austrália na Ásia é jogá-la acima da linha do Equador; é colocar o Brasil no lugar do México...

Cléber Machado apenas traduziu muito do que se vê no jornalismo esportivo. Sabe-se o dia em que nasceu Ademir da Guia por exemplo, mas quase nunca se sabe a capital de um país, o nome de um rio ou comete-se um erro geográfico dessa magnitude.

Sobre futebol, MENGOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO !!!
ME ME ME MENGOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO !!!

A propósito, justíssimas as expulsões de Obina e Maurício pela troca de sopapos no fim do primeiro tempo. O juiz de Palmeiras e Grêmio fez o que o árbitro de São Paulo e Vitória não teve coragem de fazer, no embate semelhante entre Hugo e André Dias.

Claro que no caso do São Paulo a discussão entre ambos foi mais delicada, meiga mesmo, em especial porque se a briga esquentasse um deles poderia por exemplo perder o esmalte, ferir a cutícula...

domingo, 15 de novembro de 2009

MENGOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO !!!


(nunca imaginei que eu ia passar por isso nesta vida)...

Hino do Flamengo
Lamartine Babo

Uma vez Flamengo (só uma, que fique claro!!!)
Sempre Flamengo
Flamengo sempre eu hei de ser (não, eu não hei; é circunstancial)
É o meu maior prazer (também não é)
Vê-lo brilhar
Seja na terra
Seja no mar
Vencer, vencer, vencer

GANHA ESSA MENGÃO !!!

Três chamadas mal feitas no G1, agora cedo:
Na primeira, há trânsito no chapeu e no título. E há acidentes no título e na linha fina. De quebra, ainda no chapeu, o uso de "violento", o que não deixa de ser verdade, mas, de cara, é um juízo de valor sobre o que vai se afirmar. Além disso, deixam mortos é igual a matam.
Reedição:
Trânsito
Acidentes matam (ou provocam mortes) em SP
A CET e os Bombeiros registraram três mortes em seis colisões.
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A segunda é esdrúxula.
Para falar do incêndio num hotel em Porto Alegre, o editor de "primeira página" do G1 não poderia, jamais, usar noite quente. A interpretação, claro, é subjetiva, mas noite quente é algo beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeem diferente.
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Na terceira, o cerco não é à fumaça. Mas ao fumante. Não consta, como está no chapeu do G1, que a fumaça responda pela sua existência.


sábado, 14 de novembro de 2009

Não Veja...

É essa linha burra, da crítica sistemática, recorrente e cotidiana (semanal, na verdade) que ainda vai fazer ruir um grande símbolo da imprensa brasileira, a revista Veja.

É, mais uma vez, irracional, como o próprio fim da linha fina da matéria abaixo, o ângulo que eles escolheram para falar do apagão.

Esse discurso excessivamente ideologizado, extremamente anti-PT, da crítica pela crítica (e não por aquilo que, em tese, ela deveria significar) cansa, esgota.

Há até um "discurso" bem estruturado na forma maldosa de apresentar a reportagem já a partir das fotos que "abrem o texto".

A questão é bem simples: o apagão do governo FHC foi ou não foi maior?

Venício Lima organizou um livro interessantíssimo, um compêndio de artigos. A obra A MÍDIA NAS ELEIÇÕES DE 2006 é obrigatória para estudantes de jornalismo e principalmente para jornalistas nas redações, na minha opinião.

Será que será possível vencer a mídia que faz algo assim também nas eleições de 2010?

http://veja.abril.com.br/181109/na-idade-trevas-p-072.shtml

Quer dizer então que o Serra, como o Collor em 1989, virou um modelo de homem público que vai trazer avanços estruturais ao País em módicos quatro anos?

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

E ainda dizem que o fim do mundo será em 2012.

Tenho a impressão que ele já chegou...

Depois da bomba de Hiroshima, do Holocausto, da Guerra do Iraque, de conflitos étnico-religiosos, o limite da imbecilidade humana, mais uma vez, é superado. Rumo ao Guiness:

http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL1375793-7085,00-TUMULTO+NA+UNIBAN+GANHA+AXE+DE+PROTESTO+NO+YOUTUBE.html

Em síntese, um palhaço querendo aparecer e que só é capaz de compor algo assim, se é que se pode chamar isso de música e um portal que, na escola da Folha de S. Paulo, dá voz para esse vagabundo.

Deu para ver também o sucesso do curso de Gerenciamento de Crise by Uniban. Os gestores dessa faculdade são, não há como negar, excelentes profissionais, visionários capazes de antever e conter qualquer presságio de crise. Harvard que se cuide.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

"A noite acendeu as estrelas porque tinha medo da própria escuridão."

Mário Quintana.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

I want to ride my bicycle

http://www.ricardoxavier.com.br/index.php?acao=entrevistas&subacao=ler&i=66